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NOS
BRAÇOS DA MÃE
Vera Pompeu
(Maria em nossa vida)
Maria, Mãe de Deus, Rogai por nós
Vamos neste mês refletir sobre a importância de
Maria em nossa vida. Vamos redescobrir a presença
de Maria em nossa vida cristã, sobretudo como Mãe
amorosa. É indiscutível a prioridade absoluta de
Cristo como mediador. Ele é o único mediador entre
os homens e Deus. Não queremos colocar Maria no
lugar do seu Filho. Antes, queremos ressaltar que
a nossa salvação vem do valor infinito da vida de
Cristo, oferecida em sacrifício no altar da Cruz.
Desde o momento em que Maria respondeu SIM à
proposta de DEUS, que a convidava a se associar à
obra da redenção do mundo, que seria realizada por
Deus feito Homem, ela permaneceu ligada a seu
Filho. Jesus, para se encarnar, para se fazer
igual a nós assumindo a nossa carne, a nossa
frágil natureza humana, precisava de uma mãe e
escolheu Maria.
Maria aceitou ser Mãe de Jesus e, ao aceitar,
respondeu com generosidade plena e liberdade
total. Comprometeu-se definitivamente com a obra
da salvação, assumindo todas as conseqüências que
esse ato implicava.
Não foi mais possível separar a Mãe do Filho.
Estiveram juntos em Belém, na fuga para o Egito,
durante a vida em Nazaré, em Cafarnaum, em Cana.
Talvez tenham se separado fisicamente durante os
anos de peregrinação apostólica de Jesus.
Certamente Maria o acompanhou só de longe e
estiveram juntos, também, no Calvário. Quando
Cristo entregou Maria à humanidade inteira
representada por João, Ela e a Igreja permaneceram
inseparáveis.
Hoje todos nós acreditamos que Maria é a melhor
intercessora, a co-Redentora, a Mãe amorosa de
todos nós, a mais compreensiva, a mais amável. Não
podemos pensar em Jesus sem Maria, como não dá
para pensar no filho sem a mãe.
Por isso dizemos que o mês de maio é rico em
reflexões que podem e devem alimentar a vida
espiritual e apostólica de cada um de nós. É o mês
de Maria, a mãe de Cristo, da Igreja e de cada um
de nós. Duas festas litúrgicas importantes
acontecem no mês de maio: A Ascensão de Jesus e a
visitação de Maria a sua prima Santa Isabel.
Eis o mandato sagrado que Jesus nos deixou, no dia
da Ascensão, ao regressar ao Pai: “Ide por todo o
mundo e pregai o Evangelho a toda a criatura, a
todas as nações” (Mc 16,15).
Assim falando, na hora da sua despedida, Jesus
encerrou o ciclo da sua vida, aqui na terra: “Vim
do Pai, desci ao mundo; saio do mundo e volto para
o Pai”.
O projeto da missão de Cristo na terra estava
realizado. As raízes estavam lançadas: a
implantação de um reino espiritual aqui na terra.
Como devotos do Sagrado Coração de Jesus, temos
como missão específica duas frentes: oração e
apostolado. Vale a pena rezar diariamente:
“Senhor, que eu tenha as mãos de Marta e o coração
de Maria”.
Um automóvel não anda sem gasolina, sem álcool,
sem combustível; assim, a oração e a vida
sacramental são o combustível que abastece e
revigora nosso espírito cristão e apostólico. A
eucaristia, acima de tudo. A eucaristia, pão dos
fortes, saúde dos enfermos, arrimo dos que vacilam,
luz em nossa caminhada.
Oremos
Maria, Mãe de Deus, estrela da nova evangelização,
abençoai hoje e sempre nosso apostolado, ajuda-nos
a compreender e a viver mais a nossa fé
Amém, Jesus; Amém, Maria.
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